Fruto da residência artística das francesas Elsa Mroziewicz e Cécile Palusinski no Centro Cultural Vale Maranhão em 2024, Fio d’água propõe ao público uma viagem por seis cidades flutuantes imaginárias, criadas a partir de referências reais e soluções inovadoras ao redor do mundo.
O grupo Pungar da Ilha carrega em seus tambores a força dessas raízes afro-maranhenses, mantendo viva uma das mais importantes manifestações da nossa cultura popular.
No último sábado (8), o CCVM, em parceria com o Museu Paraense Emílio Goeldi, inaugurou a exposição Brasil: Terra Indígena.
A mostra reúne mais de 300 fotografias que registram trabalhadores indígenas da Bolívia, comunidades quilombolas e povoados negros da Amazônia e da África, além do povo Piaroa, na Venezuela.