Território Corpo: Entre Brasil e África Negra - Oficina Mestre Sala e Porta-bandeira: Dança do Samba e do Carnaval, com Mestre Dionísio e Lohane Lemos (Escola de Mestre-Sala, Porta-bandeira e Porta-estandarte Manoel Dionísio – RJ) - Inscrições Abertas

02–05 dezembro 2020

No Mês Negro e da Diversidade no CCVM, o programa
Território Corpo: Entre Brasil e África Negra, realiza a
Oficina Mestre Sala e Porta-bandeira: Dança do Samba e do Carnaval, com Mestre Dionísio e Lohane Lemos (Escola de Mestre-Sala, Porta-bandeira e Porta-estandarte Manoel Dionísio – RJ), de 02 a 05/12, das 19h às 21h.

É a cultura do samba no Território Corpo!

Mestre Dionisio e Lohane Lemos trazem ao CCVM a beleza e a evolução da dança de cortejo dos Mestres-salas e Porta-bandeiras das escolas de samba do Rio de Janeiro. Serão apresentados conhecimentos teóricos da dança; práticas da dança em casal, utilização de indumentárias e adereços; e comportamento em quadra e no desfile.

Mestre Manoel Dionísio nasceu na divida entre Minas Gerais e o Rio de Janeiro, estado em que foi morar ainda criança. Apaixonou-se por samba ao assistir a uma apresentação na casa de shows Tabuleiro do Samba, no Centro do Rio, tornando-se logo dançarino do espetáculo. Em 1959, chega à Escola de Samba Salgueiro, se apresentando com o Ballet Folclórico de Mercedes Baptista. Trabalhou como formador de casais de Mestre-Sala e Porta-bandeira em diversas agremiações, entre elas União da Ilha, Mangueira e Beija-Flor. Cria, em 1990, a Escola de Mestre Sala, Porta-bandeira e Porta-estandarte Manoel Dionísio, que forma dançarinos e cidadãos, além de salvaguardar a cultura do samba. A escola possui núcleos de formação em dez cidades brasileiras, que recebem aprendizes a partir de cinco anos de idade, estudantes matriculados na rede de ensino. Em 1995, Mestre Dionísio recebeu o Prêmio Standarte de Ouro – Personalidade Masculina do Carnaval.

Lohane Lemos é Porta-Bandeira e instrutora de dança. Ingressou na Escola de Mestre Sala, Porta-bandeira e Porta-estandarte Manoel Dionísio, aos 14 anos, e, rapidamente, tornou-se profissional na arte do bailado. Passou pelas agremiações: GRES Boca de Siri (Primeira porta-bandeira – 2012/2013), GRES Sereno de Campo Grande (Segunda porta-bandeira – 2014/ Primeira porta-bandeira – 2015), GRES Caprichosos de Pilares (segunda porta-bandeira – 2015), e desde 2016, defende a GRES Unidos da Tijuca como segunda porta-bandeira.

Os interessados em participar, devem enviar nome completo, telefone e nome da oficina que desejam se inscrever para o e-mail: contato@ccv-ma.org.br. A oficina será transmitida pela Plataforma Zoom. Inscrições gratuitas. 80 vagas.

 


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