O maior festival de cultura de rua do Maranhão está de volta! Entre os dias 17 e 20 de dezembro, o CCVM sedia o Festival Kebrada 2025 em sua oitava edição.
Com uma programação intensa de shows, batalhas e discotecagens, o Kebrada também trará novos desenhos para o mural de grafitti do nosso pátio!
Caju Moura (foto) é uma multiartista maranhense, que em seus trabalhos busca dar protagonismo e representatividade a mulheres negras e indígenas, como forma de resgate da sua própria ancestralidade.
Geiza Soares é ilustradora e arte-educadora, que também desenvolve trabalhos de graffiti e media oficinas criativas.
Lea Pac é grafiteira, tatuadora e desenvolve um trabalho marcado pela estética autoral e pela relação com o território amazônico.
Conhecido como Kdin, Paulo Silva é artista visual e já participou de diversos movimentos da cena urbana de São Luís.
Rölle, do grupo 44flavours, além do grafitti, também explora instalação e escultura, expandindo a noção de pintura para além da superfície plana e incorporando objetos, construções espaciais e intervenções no espaço público.
DJ e produtor musical. Iniciou sua trajetória artística aos 13 anos de forma autodidata, e hoje segue ampliando seus conhecimentos. Com talento e dedicação, vem conquistando espaço como um dos nomes de destaque da cena musical maranhense
Duelo de rimas improvisadas, onde dois ou mais MCs se enfrentam usando criatividade, ritmo e palavra. Tudo acontece na hora, no freestyle, com temas, respostas e muita presença de palco.
Rapper, produtor musical e começou sua carreira artística aos 7 anos escrevendo poesias. Depois mergulhou de vez no cenário do hip-hop com trabalhos musicais e em batalhas de rimas, conquistando não só prêmios, mas também respeito e relevância dentro e fora do estado.
Artista queer, é conhecida por sua irreverência, ousadia e pela mistura magnética de estilos eletrônicos como pop, tecnobrega, techno, funk, hip-hop e R&B. Seus sets criam uma atmosfera vibrante, inclusiva e cheia de personalidade.
Confronto de dança onde não existe um único ritmo ou linguagem. Vale hip hop, breaking, funk, afro e house.
Iniciou sua carreira no rap ainda nos anos 1990 e, nos anos 2000, começou a compor suas primeiras músicas. Atualmente faz parte do grupo Instinto Cruel.
Multiartista trans e preta, presença marcante na cena underground e ballroom de São Luís. Em suas performances, mistura ritmos como latincore, funk, hyperfunk, guaracha e vogue, dando vida a uma experiência intensa, original e pulsante.
Competição de poesia falada, em que os competidores apresentam textos autorais, sem música ou figurino, usando apenas a voz e o corpo.
Coletivo de rap e grime feminino e idealizado pelas artistas ADH4RAA, AfroPrata, Morango Kush, Salete MC e MC Ref. Juntas, buscam conectar a força ancestral do Tambor de Mina à batida futurista do grime e do rap, criando uma estética própria que mistura espiritualidade, rua e resistência
Dançarina, coreógrafa, arte-educadora e DJ da Cypher do Gueto, além de ser uma das idealizadoras do coletivo. Tem formação profissional em Danças Urbanas e atua no Hip Hop desde 2010, levando sua bagagem artística e sensibilidade para os sets.
Disputa de dança do breaking. B-boys e b-girls se enfrentam em rodadas, apresentando movimentos no ritmo do DJ.
Artista multilinguagem, rapper, poeta, pesquisadora e realizadora audiovisual. Aprofundou suas ações musicais e poéticas no Maranhão, Rio de Janeiro e Bahia, participando de inúmeros eventos enquanto rapper e poeta.
Ao longo da carreira independente, o artista lançou a mixtape “Amor Popular” (2008), o EP “Fita Embolada do Engenho” (2009) e ganhou destaque com “Norte Nordeste Me Veste”. Pioneiro ao unir RAP e cultura tradicional nordestina, Rapadura construiu um estilo singular que o levou a parcerias com O Rappa, Alok, BaianaSystem e à indicação ao Grammy Latino.





